Economia


Nota Fiscal Eletrônica: empresa pode ser surpreendida com multa em até cinco anos
Escrito por Kátia Silva    Seg, 30 de Agosto de 2010 14:16    PDF Imprimir E-mail

NFe do Brasil cita as principais penalidades previstas na legislação. Multas ficam entre 10% e 100% sobre valor de nota fiscal e de R$ 5 mil para irregularidades no SPED Contábil e Fiscal

 

A partir do dia 1° de janeiro do próximo ano todas as empresas devem ficar mais atentas à conduta fiscal de seus clientes e fornecedores. O motivo é que nessa data mais de um milhão de companhias brasileiras estarão na obrigatoriedade da emissão de nota fiscal eletrônica e será ainda maior o acompanhamento da Receita Federal.  Para aquelas que já adotaram o modelo, porém, surge outra preocupação. A fiscalização sobre os documentos fiscais pode ser feita em até cinco anos, o mesmo prazo exigido por lei para a guarda segura dos arquivos, ou seja, a empresa que em 2006 iniciou a emissão de nota fiscal eletrônica poderá ser autuada até 2011, caso tenha enviado informações erradas ao Fisco. O resultado pode ser um grande número de multas com valores acumulativos, pelo tempo em que ocorreu a irregularidade.

 

Os valores das multas ficam entre 10% e 100% sobre cada nota fiscal autuada e outros variáveis para erros no SPED Fiscal e Contábil. “Para aquelas companhias que querem ficar longe de riscos como esse, o ideal é entender as reais penalidades que estão sujeitas”. É o que conta Marco Zanini, presidente da NFe do Brasil. “As punições vão não só para quem emite, mas também para quem recebe a mercadoria. Se você é emissor precisa estar bem informado para ser receptor também”, comenta.

 

Nesse cenário, a escolha do fornecedor passa a ser predominante na atividade comercial. A má conduta fiscal do emissor pode gerar prejuízos também para quem compra. A multa para a empresa não emite nota fiscal eletrônica, ou insiste na emissão da nota de papel estando na obrigatoriedade, é de 50% do valor da operação, e o destinatário também é multado com 35% do mesmo valor, ou seja, o cliente também é responsável pela conduta fiscal de quem está vendendo.

 

Os riscos não ficam somente em emitir ou não emitir a nota fiscal. O modelo eletrônico, assim como era a de papel, deve seguir uma ordem numeral. Caso a empresa pule a numeração, o que é conhecido como falta de inutilização de número, deve comunicar a SEFAZ (Secretaria da Fazenda) até o décimo dia do mês subsequente. Caso não informe, receberá a multa de R$ 246,30.

 

Se for necessário o cancelamento da nota, o prazo atual é de 168 horas após a emissão, porém a partir de 01 de janeiro de 2011 esse período será reduzido para 24 horas. “Será mais uma adaptação que as companhias devem estar atentas, a multa por não cancelamento da nota é de 10% do valor da operação”, afirma Zanini. Dessa forma, as empresas podem perder grande parte de sua venda somente no pagamento de penalidades.

 

Para o executivo, ainda há muito o que avançar no que diz respeito ao conhecimento das empresas sobre a legislação da nota fiscal eletrônica. “São detalhes que, principalmente a área de faturamento, deve estar 100% informada. A grande maioria das dúvidas que recebemos no SAC da NFe do Brasil são simples e relacionadas à dados de preenchimento”, conta.

 

Uma das multas que pode ser considerada uma das mais altas da legislação corresponde à divergência entre dados de valor e destinatário contidos na nota fiscal eletrônica e os fixados na DANFE (Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica). Caso não estejam compatíveis, a multa é de 100% em cima da operação. Outros erros de divergência terão multa de R$ 328,40 por documento fiscal.

 

Outro descuido que pode gerar grande número de multas para as companhias é a falta de envio do arquivo fiscal ao cliente. Não há uma regra específica para a forma em que o fornecedor deve enviar a nota eletrônica para o destinatário, essa atividade deve ser feita em comum acordo entre as partes e, muitas vezes, ocorre por e-mail ou disponibilidade de download no site do fornecedor. No entanto, a legislação prevê a obrigatoriedade do envio, e caso não ocorra, a empresa receberá multa de 50% no valor da venda.

 

Na contabilidade as penalidades também são severas. A não apresentação do SPED Contábil no prazo determinado é de R$ 5 mil por mês ou por fração e ainda a impossibilidade de participar de licitações e concorrências do âmbito público.

 

No SPED Fiscal a falta de Escrituração do Documento Fiscal de entrada é de 10% no valor da operação identificada. Já o atraso na Escrituração do Livro Fiscal é de 1% em cima dos valores das operações do período. “Quando falamos em 1%, pode parecer uma multa baixa, porém, se pensarmos que ela é aplicada sobre as vendas no período de um mês, o valor é muito alto, ainda mais para empresas que tem grande faturamento mensal”, lembra Zanini.

 

É importante lembrar que já existem tecnologias que auxiliam as empresas na redução desses riscos. “O mercado fornece soluções que validam os arquivos fiscais antes que eles sejam enviados para a SEFAZ. Isso é uma garantia de que no período dos cinco anos sua empresa não terá desfalques nos negócios gerados por multas na área contábil” finaliza Zanini

 
Para os "amantes" do fusca ele voltou de cara nova
Escrito por Radio Caçula    Qui, 26 de Agosto de 2010 19:09    PDF Imprimir E-mail

Até que enfim o novo Fusca está pronto, deu trabalho mas valeu a pena, o popular da VW está de volta...

A Volks está tentando ser fiel ao modelo clássico e com toques da versão brasileira, diferente do New Bettle que tem motor dianteiro pertence a um segmento superior, portanto, desnecessária a comparação entre os dois modelos.

O Novo Fusca
(isso mesmo, chama-se Fusca mesmo!) traz um outro conceito, seria um carro da categoria dos compactos com menos de 4 metros e motor traseiro refrigerado a água (1.4 da kombi, e talvez uma opção com motor elétrico, mas fica
um projeto mais adiante) na faixa de preço de um Gol, inicialmente seria destinado ao mercado brasileiro.

Para melhor praticidade a tampa traseira abre por inteiro como em um hatch, uma abertura mais larga,
mas um vinco oval lembra as linhas do Fusca, os leds tem um desenho de um besouro (claro que por ser um conceito
dá pra brincar um pouco) o motor fica embaixo e acima um pequeno porta-malas, não muito grande mais é razoável
que complementa com um espaço extra no capô que compartilha o estepe.

A entrada de ar atrás da janela é estética e lembra as que existiam nos modelos brasileiros dos anos 70,
a utilizada para refrigeração do motor fica escondida no estribo.

A lente de vidro sobre os faróis não é circular, é levemente retangular, seguindo o padrão atual da marca,
mas abriga um canhão de formato cônico deixando a identidade mantida, o pisca também fica dentro deste domo,
a grade inferior abriga um discreto radiador para auxiliar a refrigeração do motor traseiro, método utilizado pela kombi
(de radiador não tão discreto) de motor refrigerado a água. A lanterna traseira de formato oval, lembra a dos fuscas dos anos 60.


Quanto ao painel tentei algo simples, mas ao mesmo tempo diferente, um cone abriga um grande velocímetro,
e nas saliências laterais o medidor de combustível e temperatura, a esquerda para versões mais equipadas o conta-giros, ao centro do painel mais ao fundo um relógio analógico. As saídas de ar são como em um periscópio de submarino e a parte de trás do painel pode ser usada como um guarda volumes.

Para atender certas tendências atuais, a idéia para a versão 4 portas seria com portas suicídas sem coluna central.

A versão pé-de-boi (claro que não sairia com esse nome, mas é só uma referência,rs) teria motor 1.0 a um preço mais acessível.

Os detalhes off-road são inspirados em modelos atuais como a grade dianteira do Crossfox e o vinco lateral da Saveiro Cross. Estava certo de colocar o estepe atrás mas em cima da hora notei que esconderia o brake-light.

Excluindo as versões GTi e Cross, os demais modelos custariam entre 24 e 32 mil reais

 
MS intensifica produção e cana deve representar 14% da matriz energética do Brasil em 2020
Escrito por Famasul    Qui, 19 de Agosto de 2010 14:27    PDF Imprimir E-mail

Mato Grosso do Sul é um dos estados que vai turbinar a produção de energia a partir da biomassa nos próximos anos.

A meta brasileira é aumentar a participação da energia produzida com bagaço da cana-de-açúcar na matriz energética para 14% até 2020. Para isso, é preciso sair dos atuais 1,8 mil MegaWatts (3%) para 13,1 mil MegaWatts (MW).

Desse modo, a energia limpa encostará no óleo diesel como fonte de eletricidade. Segundo relatório da Associação da Indústria de Co-geração de Energia - Cogen, apresentado no Canasul 2010, em agosto, em Campo Grande, o Estado tem sete indústrias cadastradas no Programa Bioeletricidade 2011-2020. É o segundo maior número do País, abaixo do líder São Paulo, com 32 empreendimentos do total de 62.O programa é um esforço para promover ajustes fiscais e administrativos no setor bionergético, além de facilitar financiamentos.

De acordo com o estudo, comandado pelo vice-presidente da Cogen, Carlos Silvestrin, um dos palestrantes do Canasul, a capacidade instalada de geração de bioenergia no Brasil deve saltar de 112 mil MW para 167 MW, em 2020.

Silvestrin aponta que a Bioeletricidade ficará mais presente no Brasil depois da Lei de Redução de Emissões que praticamente obriga as empresas de grande porte a escolher uma forma sustentável para produzir energia. Silvestrin afirmou que “as vantagens e possibilidades para a geração e utilização da bioenergia, são muitas. No apagão de novembro, por exemplo, as únicas cidades em que a energia não oscilou ou apagou, foram as cidades que são abastecidas com a energia feita da cana de açúcar.” Matéria-prima não vai faltar para dar fôlego à geração de bioenergia.

O estudo da própria Cogen aponta tendência de crescimento na produção de cana, que deve sair dos 685 milhões de toneladas, em 2010, para 1,1 bilhão, em 2019. Na transformação, são usados 75% de bagaço e 50% da palha da cana.

O Canasul 2010 que aconteceu nos dias 16 e 17 de agosto, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo. As palestras poderã ser acessadas pelo site www.opec-eventos.com.br/canasul depois do dia 30. O Canasul 2010 foi realizado pela Comissão Técnica de Bionergia da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul), com promoção do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Produção e Turismo (Seprotur); Associação dos Produtores de Bionergia de MS (Biosul) e Federação das Indústrias de MS (Fiems). Sebrae, Banco do Brasil e Ministério da Agricultura patrocinam o evento, que tem apoio da AEAMS, CREA-MS, OCB-MS e Mútua.

 

 
Redecard e Sicredi fecham parceria
Escrito por Marcele Aroca - Sato Comunicação    Ter, 10 de Agosto de 2010 10:14    PDF Imprimir E-mail

Com mais de 1,6 milhão de associados, a bandeira do Sicredi passa

 a ser aceita pelas maquininhas da Redecard

 

Redecard e o Sicredi acabam de anunciar uma parceria para permitir que os mais de 1,6 milhão de associados do Sistema de Crédito Cooperativo também utilizem as maquininhas da empresa em todo o Brasil, além da rede de aceitação própria.

 

A escolha pela Redecard aconteceu depois de um processo de concorrência na qual participaram as principais credenciadoras do mercado. Com o acordo, que vislumbra um crescimento acentuado para os próximos anos, a bandeira Sicredi será a 20ª bandeira aceita pelas maquininhas da Redecard.

 

O Sicredi tem 1,2 milhão de cartões emitidos, divididos entre as bandeiras Sicredi e Visa, e projeta um crescimento de 35% para 2010.  Para Edson Nassar, diretor executivo de Produtos e Negócios do Sicredi,  esta iniciativa está alinhada à estratégia de potencializar o desenvolvimento de negócios em meios eletrônicos de pagamento. “Temos a perspectiva de aumentar o índice de penetração de cartões em nossa base de associados , integrado a estratégia de disponibilizar uma plataforma completa de produtos e serviços financeiros às cooperativas filiadas ao Sicredi. Esta parceria com a Redecard possibilitará ainda uma maior conveniência e praticidade aos nossos associados, além de permitir que os portadores do cartão Sicredi possam, até o final  de 2010, utilizá-lo em todo o território nacional com as maquininhas mais democráticas do mercado”, afirma. 

 

Segundo Roberto Medeiros, presidente da Redecard, o acordo maximiza os negócios de ambas as partes. “O Sicredi é o primeiro sistema cooperativo com bandeira própria. O pioneirismo também caracteriza a nossa atuação. Desenvolvemos soluções inovadoras e temos um amplo portfólio de bandeiras para alavancar as vendas dos lojistas e facilitar a vida dos usuários dos meios eletrônicos de pagamento. Com o Sicredi, aumentaremos nossa relevância, principalmente, no Sul e Centro Oeste do País, regiões extremamente estratégicas para a nossa empresa, além de todas as outras praças em que a bandeira atua. Esta parceria faz todo o sentido e produzirá frutos excelentes”, conclui Medeiros.        

 

 
Petrobras já pede licença para fábrica de fertilizante
Escrito por Campo Grande News    Qui, 05 de Agosto de 2010 08:45    PDF Imprimir E-mail
A Petrobras já ingressou com pedido de licença ambiental no Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) para instalação da fábrica de fertilizantes nitrogenados que será implantada no distrito industrial Córrego do Moeda, em Três Lagoas.

O comunicado foi divulgado ontem nos jornais impressos do Estado. A fábrica de fertilizantes da Petrobras tem previsão de ficar pronta em 2014. A confirmação do empreendimento ocorreu em abril deste ano.

A expectativa é que sejam criados 8 mil empregos da construção e depois outros 2 mil na própria fábrica.

O projeto é para produção de 1,2 milhão de toneladas por ano de uréia e 81 mil toneladas de amônia. Os investimentos previstos ultrapassam os R$ 2 bilhões de reais.
 


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