Agricultura


Tecnologias para próxima safra serão discutidas quinta-feira em Chapadão do Sul
Escrito por Kadijah Suleiman    Seg, 06 de Setembro de 2010 17:04    PDF Imprimir E-mail

A Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS), Fundação Chapadão e o

Sindicato Rural de Chapadão do Sul realizam na quinta-feira, 9, no

Centro de Eventos do Sindicato Rural de Chapadão do Sul, o seminário

“Nematóide e compactação do solo – o inimigo presente”. O evento tem

como público-alvo agentes da assistência técnica e extensão rural, com a

finalidade de discutir as tecnologias de produção para a safra 2010/2011.

 

A escolha dos temas a serem discutidos leva em consideração as demandas

identificadas por pesquisadores e técnicos da Embrapa durante a

avaliação da safra 2009/2010, na qual foram realizadas visitas a todas

as regiões produtoras do Estado de Mato Grosso do Sul, ouvindo

produtores e assistência técnica.

 

*Programação*

 

Às 7h30 começam as inscrições para o seminário. A partir das 8 horas,

Edson Pereira Borges, da Fundação Chapadão, ministra a palestra

“Situação atual de nematóides na região dos Chapadões”. Às 9 horas, o

pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Guilherme Lafourcade Asmus,

fala sobre “Nematóide de cisto da soja: situação atual e controle”. Às

10h30, o professor da Esalq/USP, Mario Massayuki Inomoto, ministra

palestra do tema “Conhecimento atual sobre o nematóide das lesões

radiculares (Pratylenchus)”.

 

À tarde, a partir das 13h30, o pesquisador da Embrapa Agropecuária

Oeste, Julio Cesar Salton, expõe o painel “Estratégias e práticas para a

descompactação de solos”. Já o pesquisador da Embrapa Trigo, José Eloir

Denardin, ministra palestra sobre “Rotação de culturas – fator de

construção de solo fértil”. Às 15h30, o pesquisador Júlio Salton faz

palestra sobre “Qualidade do solo da região dos Chapadões após 12 anos

de uso”. Em seguida, debate e troca de experiências

 
Com área 51% maior, MS teve maior expansão de canaviais
Escrito por Campo Grande News    Qui, 02 de Setembro de 2010 11:26    PDF Imprimir E-mail

Mato Grosso do Sul aparece como o Estado com maior expansão na cultura da cana-de-açúcar para a safra 2010/11, conforme o segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira pela Companhia Nacional de Abastecimento.

De uma área de 265,4 mil hectares na atual safra, as lavouras de cana passam a ocupar 401,8 mil hectares em Mato Grosso do Sul.

Já a produtividade tende a cair 2,8%, de 87,7 mil quilos por hectare a 85,3 mil quilos. Ainda assim, com a expansão da área cultivada, a produção deve aumentar 47%, atingindo 34,2 milhões de toneladas de cana-de-açúcar.

Da produção estadual, 23,9 milhões de toneladas serão destinados à produção de álcool, salto de 70% e 10,2 milhões de toneladas serão voltados ao açúcar, volume 65% maior.

A produção estimada de açúcar para a próxima safra é de 1,2 milhão de toneladas e de álcool 1,8 bilhão de litros, 563 milhões de litros a mais que neste ano.

A maior parte, 1,5 bilhão de litros, será de álcool hidratado, que é vendido diretamente nas bombas de combustível e 302,9 milhões de litros de álcool anidro, aquele que é adicionado à gasolina.

A área de cana-de-açúcar colhida destinada à atividade sucroalcooleira, está estimada em 8.167,5 mil hectares, distribuídas em todos estados produtores.

O Estado de São Paulo continua sendo o maior produtor com 53,60% (4.377,66 mil hectares), seguido por Minas Gerais com 8,65% (706,58 mil hectares), Paraná com 7,51% (613,67 mil hectares), Goiás com 7,34% (599,31 mil hectares), Alagoas com 5,37% (438,57 mil hectares), Mato Grosso do Sul com 4,92% (401,81 mil hectares) e Pernambuco com 4,21% (343,51 mil hectares).

 
Seca alonga prazo para destruir restos de algodoeiros
Escrito por Campo Grande News    Qui, 02 de Setembro de 2010 10:23    PDF Imprimir E-mail

A Seprotur (Secretaria de Justiça e Segurança Pública) prorrogo até 30 de setembro o prazo para produtores de 12 municípios de Mato Grosso do Sul destruírem restos de algodoeiros.

Isso porque o desenvolvimento da cultura ficou comprometido com o excesso de chuva nos primeiros meses do ano e depois a seca por mais de dois meses, durante o desenvolvimento reprodutivo e maturação da cultura.

Com a baixa umidade a destruição química das soqueiras se torna ineficaz e a destruição mecânica também é dificultada, observa a resolução da Seprotur. O prazo prolongado é válido para lavouras de Água Clara, Alcinópolis, Camapuã, Cassilândia, Chapadão do Sul, Costa Rica, Coxim, Figueirão, Pedro Gomes, Rio Verde de Mato Grosso, São Gabriel do Oeste e Sonora.

 
Brasil caminha para ser o maior mercado de agroquímicos
Escrito por Agrolink    Qua, 01 de Setembro de 2010 11:31    PDF Imprimir E-mail

O Brasil caminha para se tornar o maior mercado mundial de agroquímicos em um prazo de no máximo dois anos. A estimativa, feita pelo presidente para América Latina da Nufarm Indústria Química, Valdemar Fischer, foi um dos principais recados da Crop World (http://www.cropworld-southamerica.com.br), que aconteceu nos dias 23 e 24 de agosto no Centro de Convenções Amcham na cidade de São Paulo.

O evento trouxe para o País as novidades mundiais em tecnologia de agroquímicos para a produção de defensivos e fertilizantes. A Crop World reuniu empresas fornecedoras de produtos e soluções na área de  agroquímicos, sementes, nutrientes, fitossanitários, entre outras aplicações e insumos essenciais para a produção agrícola.

A Crop World foi realizada conjuntamente com a Informex Latin America, dedicada ao segmento químico. Ambas as feiras reuniram mais de 40 expositores e 1,2 mil participantes. Os principais formadores de opinião e tomadores de decisão dos setores químico e de defensivos conferiram os lançamentos de produtos nacionais e internacionais.

Expositores e patrocinadores destacaram o intercâmbio tecnológico e o ambiente favorável à geração de oportunidades e negócios, que a Crop World proporcionou.

Congresso

A programação de palestras da Crop World contou com lideranças do agronegócio, consultores e executivos de grandes empresas do setor.

O presidente da Syngenta Proteção de Cultivos para América Latina e da CropLife América Latina, Antônio Carlos Guimarães, ressaltou que a região terá papel preponderante na produção de alimentos e que é preciso observar o produtor rural como o protagonista de todo o desenvolvimento.

O diretor-executivo da Andef, Eduardo Daher, correlacionou os ganhos de produtividade da agricultura brasileira nos últimos anos ao uso de defensivos, lembrando que a indústria investe em educação para o manejo correto dos produtos na lavoura e em novas fórmulas com foco na segurança alimentar.

A ineficiência logística custa ao Brasil US$ 4 bilhões ao ano, disse a consultora Elizabeth Chagas da E.C. Consultoria e Assessoria em Comércio Internacional. Segundo ela, a infraestrutura está muito concentrada no Sul e Sudeste e é preciso criar alternativas de escoamento pelo Norte.

O vice-presidente da divisão de agro da Basf, Eduardo Leduc, afirmou que o produtor rural não pode ser tachado de vilão da sustentabilidade, essencialmente, pelo fato de que as lavouras e pastagens são protagonistas da produção de alimentos e do sequestro de carbono.

A gerente de sustentabilidade da Monsanto, Gabriela Burian, disse que avanços no tema passam pela construção de um discurso comum entre as diversas partes interessadas os vários stakeholders - da sociedade. De produtores a empresas, passando pelo governo, mídia, chegando ao cidadão, ao consumidor.

O vice-presidente do Instituto Ethos, Paulo Itacarambi, defendeu uma nova lógica de consumo, na qual clientes e fornecedores privilegiem produtos que agreguem valor qualidade, respeito social, ambiental, segurança - e não só a competição baseada no preço.

O professor José Luiz Tejon, diretor do centro de estudos do agronegócio da ESPM, salientou que o agro caminha para um processo de descomoditização. De acordo com ele, processo e origem da matéria-prima emergem como diferenciais competitivos.

As informações são da assessoria de imprensa da Crop World South America.

Agrolink

 
Acrissul pede revogação de norma que limita lotação de animais por hectare
Escrito por Acrissul    Ter, 31 de Agosto de 2010 10:16    PDF Imprimir E-mail

O presidente da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul), Francisco Maia, dirigiu na manhã de hoje à secretária da Seprotur, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, o descontentamento do setor pecuário com a norma que limitou a 1,5 animal por hectare na região do Planalto, e a 3 animais por hectare, na região do Pantanal. A medida deverá entrar em vigor no dia 1º de setembro.

A norma obedeceria à Lei Estadual 3.823/2009, que considera a necessidade de informação ao serviço oficial de defesa sanitária (Iagro-MS), sobre a concentração de animais por área de pastagens das propriedades rurais do Estado. O descumprimento gera advertências, multas e outras penalidades. Para Maia, a medida é altamente contra-producente. "É um atentado à moderna pecuária que o Mato Grosso do Sul exercita", realçou.

Para o presidente da Acrissul, a limitação de uso das pastagens em animal por hectare é algo que vai contra todo o progresso que a pecuária sofreu no Estado. "Tem produtor que investiu, que renovou pastagens, substituiu a gramínea, adubou, fez correção, calagem, curva de nível, terraceamento, tudo para melhorar o nível de produtividade, já que em Mato Grosso do Sul a taxa de lotação média não chega a um animal por hectare", destaca. Mas quem investiu consegue por 3, 10, até 20 animais por hectare, quando consideramos o caso de agropecuaristas que praticam integração lavoura-pecuária.

Segundo Maia, o Estado só tem a perder se insistir em manter esses índices de lotação. "Matematicamente não haveria espaço suficiente para manter o rebanho atual do tamanho que está", compara. Para ele, o produtor já faz o dever de casa, aplicando técnicas e tecnologias para conservar o meio ambiente e proporcionar o bem-estar animal.

 


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