| Com área 51% maior, MS teve maior expansão de canaviais |
|
Escrito por Campo Grande News
Qui, 02 de Setembro de 2010 11:26 |
 |
 |
 |
|
| Mato Grosso do Sul aparece como o Estado com maior expansão na cultura da cana-de-açúcar para a safra 2010/11, conforme o segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira pela Companhia Nacional de Abastecimento.
De uma área de 265,4 mil hectares na atual safra, as lavouras de cana passam a ocupar 401,8 mil hectares em Mato Grosso do Sul. Já a produtividade tende a cair 2,8%, de 87,7 mil quilos por hectare a 85,3 mil quilos. Ainda assim, com a expansão da área cultivada, a produção deve aumentar 47%, atingindo 34,2 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. Da produção estadual, 23,9 milhões de toneladas serão destinados à produção de álcool, salto de 70% e 10,2 milhões de toneladas serão voltados ao açúcar, volume 65% maior. A produção estimada de açúcar para a próxima safra é de 1,2 milhão de toneladas e de álcool 1,8 bilhão de litros, 563 milhões de litros a mais que neste ano. A maior parte, 1,5 bilhão de litros, será de álcool hidratado, que é vendido diretamente nas bombas de combustível e 302,9 milhões de litros de álcool anidro, aquele que é adicionado à gasolina. A área de cana-de-açúcar colhida destinada à atividade sucroalcooleira, está estimada em 8.167,5 mil hectares, distribuídas em todos estados produtores. O Estado de São Paulo continua sendo o maior produtor com 53,60% (4.377,66 mil hectares), seguido por Minas Gerais com 8,65% (706,58 mil hectares), Paraná com 7,51% (613,67 mil hectares), Goiás com 7,34% (599,31 mil hectares), Alagoas com 5,37% (438,57 mil hectares), Mato Grosso do Sul com 4,92% (401,81 mil hectares) e Pernambuco com 4,21% (343,51 mil hectares). |
|
| Seca alonga prazo para destruir restos de algodoeiros |
|
Escrito por Campo Grande News
Qui, 02 de Setembro de 2010 10:23 |
 |
 |
 |
|
| A Seprotur (Secretaria de Justiça e Segurança Pública) prorrogo até 30 de setembro o prazo para produtores de 12 municípios de Mato Grosso do Sul destruírem restos de algodoeiros. Isso porque o desenvolvimento da cultura ficou comprometido com o excesso de chuva nos primeiros meses do ano e depois a seca por mais de dois meses, durante o desenvolvimento reprodutivo e maturação da cultura. Com a baixa umidade a destruição química das soqueiras se torna ineficaz e a destruição mecânica também é dificultada, observa a resolução da Seprotur. O prazo prolongado é válido para lavouras de Água Clara, Alcinópolis, Camapuã, Cassilândia, Chapadão do Sul, Costa Rica, Coxim, Figueirão, Pedro Gomes, Rio Verde de Mato Grosso, São Gabriel do Oeste e Sonora. |
|
|
| Brasil caminha para ser o maior mercado de agroquímicos |
|
Escrito por Agrolink
Qua, 01 de Setembro de 2010 11:31 |
 |
 |
 |
|
| O Brasil caminha para se tornar o maior mercado mundial de agroquímicos em um prazo de no máximo dois anos. A estimativa, feita pelo presidente para América Latina da Nufarm Indústria Química, Valdemar Fischer, foi um dos principais recados da Crop World (http://www.cropworld-southamerica.com.br), que aconteceu nos dias 23 e 24 de agosto no Centro de Convenções Amcham na cidade de São Paulo.
O evento trouxe para o País as novidades mundiais em tecnologia de agroquímicos para a produção de defensivos e fertilizantes. A Crop World reuniu empresas fornecedoras de produtos e soluções na área de agroquímicos, sementes, nutrientes, fitossanitários, entre outras aplicações e insumos essenciais para a produção agrícola.
A Crop World foi realizada conjuntamente com a Informex Latin America, dedicada ao segmento químico. Ambas as feiras reuniram mais de 40 expositores e 1,2 mil participantes. Os principais formadores de opinião e tomadores de decisão dos setores químico e de defensivos conferiram os lançamentos de produtos nacionais e internacionais.
Expositores e patrocinadores destacaram o intercâmbio tecnológico e o ambiente favorável à geração de oportunidades e negócios, que a Crop World proporcionou.
Congresso
A programação de palestras da Crop World contou com lideranças do agronegócio, consultores e executivos de grandes empresas do setor.
O presidente da Syngenta Proteção de Cultivos para América Latina e da CropLife América Latina, Antônio Carlos Guimarães, ressaltou que a região terá papel preponderante na produção de alimentos e que é preciso observar o produtor rural como o protagonista de todo o desenvolvimento.
O diretor-executivo da Andef, Eduardo Daher, correlacionou os ganhos de produtividade da agricultura brasileira nos últimos anos ao uso de defensivos, lembrando que a indústria investe em educação para o manejo correto dos produtos na lavoura e em novas fórmulas com foco na segurança alimentar.
A ineficiência logística custa ao Brasil US$ 4 bilhões ao ano, disse a consultora Elizabeth Chagas da E.C. Consultoria e Assessoria em Comércio Internacional. Segundo ela, a infraestrutura está muito concentrada no Sul e Sudeste e é preciso criar alternativas de escoamento pelo Norte.
O vice-presidente da divisão de agro da Basf, Eduardo Leduc, afirmou que o produtor rural não pode ser tachado de vilão da sustentabilidade, essencialmente, pelo fato de que as lavouras e pastagens são protagonistas da produção de alimentos e do sequestro de carbono.
A gerente de sustentabilidade da Monsanto, Gabriela Burian, disse que avanços no tema passam pela construção de um discurso comum entre as diversas partes interessadas os vários stakeholders - da sociedade. De produtores a empresas, passando pelo governo, mídia, chegando ao cidadão, ao consumidor.
O vice-presidente do Instituto Ethos, Paulo Itacarambi, defendeu uma nova lógica de consumo, na qual clientes e fornecedores privilegiem produtos que agreguem valor qualidade, respeito social, ambiental, segurança - e não só a competição baseada no preço.
O professor José Luiz Tejon, diretor do centro de estudos do agronegócio da ESPM, salientou que o agro caminha para um processo de descomoditização. De acordo com ele, processo e origem da matéria-prima emergem como diferenciais competitivos.
As informações são da assessoria de imprensa da Crop World South America. Agrolink |
|
| Acrissul pede revogação de norma que limita lotação de animais por hectare |
|
Escrito por Acrissul
Ter, 31 de Agosto de 2010 10:16 |
 |
 |
 |
|
| O presidente da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul), Francisco Maia, dirigiu na manhã de hoje à secretária da Seprotur, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, o descontentamento do setor pecuário com a norma que limitou a 1,5 animal por hectare na região do Planalto, e a 3 animais por hectare, na região do Pantanal. A medida deverá entrar em vigor no dia 1º de setembro. A norma obedeceria à Lei Estadual 3.823/2009, que considera a necessidade de informação ao serviço oficial de defesa sanitária (Iagro-MS), sobre a concentração de animais por área de pastagens das propriedades rurais do Estado. O descumprimento gera advertências, multas e outras penalidades. Para Maia, a medida é altamente contra-producente. "É um atentado à moderna pecuária que o Mato Grosso do Sul exercita", realçou. Para o presidente da Acrissul, a limitação de uso das pastagens em animal por hectare é algo que vai contra todo o progresso que a pecuária sofreu no Estado. "Tem produtor que investiu, que renovou pastagens, substituiu a gramínea, adubou, fez correção, calagem, curva de nível, terraceamento, tudo para melhorar o nível de produtividade, já que em Mato Grosso do Sul a taxa de lotação média não chega a um animal por hectare", destaca. Mas quem investiu consegue por 3, 10, até 20 animais por hectare, quando consideramos o caso de agropecuaristas que praticam integração lavoura-pecuária. Segundo Maia, o Estado só tem a perder se insistir em manter esses índices de lotação. "Matematicamente não haveria espaço suficiente para manter o rebanho atual do tamanho que está", compara. Para ele, o produtor já faz o dever de casa, aplicando técnicas e tecnologias para conservar o meio ambiente e proporcionar o bem-estar animal. |
|
|